Em um mundo competitivo, pais querem qualificar seus filhos o quanto antes, enchendo suas agendas com aulas de inglês, natação, judô, balé e piano. Mas ao seguirem cegamente esta premissa, alguns pais podem pecar pelo excesso. O jornal britânico "The Telegraph" publicou semana passada uma carta, assinada por mais de 200 especialistas, classificando o momento atual das crianças com a máxima "too much, too soon" ("muito e muito cedo", na tradução literal). Para eles, as crianças devem ser protegidas da superestimulação dos tempos modernos. E nessa história nem mesmo os bebês estão a salvoSegundo o recém-lançado livro "Too Much, Too Soon?" (ainda sem publicação no Brasil), escrito por Sylvie Hétu e editado por Richard House, as agendas de até mesmo alguns bebês já estão superlotadas com atividades de todos os tipos: de natação a salsa. "É muito comum um bebê ter aulas diferentes todos os dias", disse a autora ao jornal britânico "Daily Mail". Mas será que no Brasil acontece o mesmo? De acordo com a psicóloga e terapeuta familiar Irma Pohlman, de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, os pais esperam que seus filhos sejam os melhores e, muitas vezes, já saem da maternidade em busca da perfeição. "Esta característica pode estar ligada aos pais que sofreram dificuldades para conseguir espaço no início de suas carreiras e não querem que o filho passe pelo mesmo", diz.
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Prática
Assim como para os adultos, a yoga para crianças é uma prática de autoconhecimento. Experenciando de forma consciente, preparando-se a cada dia para assumir da melhor forma o comando de sua vida, a criança pratica brincando. Nessa seção você encontra informações, dicas e notícias sobre a prática de yoga dedicada a esses pequenos grandes seres que tanto amamos. 




